Sexta-feira, 31 de Dezembro de 2010
Segunda reflexão - Guião do Recurso Educativo para QI

Linguagens de Autoria em Educação - Reflexão 2

Guião do Recurso Educativo para QI

 

Grupo _ Informática [António Ferreira - Luís Pereira ]

Julgamos que esta reflexão seria mais produtiva se fosse realizada em conjunto pelos elementos do grupo, sendo possível analisar e discutir diferentes pontos de vista, que podendo ser diferentes nos levariam (e levaram) a conclusões comuns.

Finda a etapa de contextualização com a aplicação ActivInspire, passamos à proposta de trabalho de elaboração de um Guião do Recurso para Quadros Interactivos - flipchart.

Assim sendo, e em pareceria com o colega Luís Pereira, iniciamos a elaboração do Guião com a tomada de decisão do tema a abordar. Tivemos algumas dificuldades na sua escolha, uma vez que a área de Informática é vasta e existem vários temas de trabalho possíveis. Inicialmente decidimos abordar o tema de Hardware - Equipamentos Informáticos. No entanto, a professora Maria João indicou que deveríamos ter em atenção o uso do recurso educativo em sala de aula, se possível pelos elementos que o construíram. Desta forma, tentamos escolher um tema comum aos elementos do grupo de trabalho. Neste momento, a escolha foi óbvia, já que a área comum é a Programação. Com a experiência profissional dos elementos do grupo e recorrendo à consulta de bibliografia de referência, constatamos que o tema a trabalhar teria de ser indiscutivelmente a Algoritmia. Este tema é definitivamente o mais importante na área da Programação, já que se trata do apoio base à programação estruturada permitindo aos alunos adquirirem competências sólidas para o uso das linguagens de programação.  A bibliografia encontrada sobre o tema é insuficiente e a que existe é pouco aprofundada, acabando por fazer análises bastante gerais.  No entanto, todas elas apontam o domínio do raciocínio lógico e abstracto  como as principais dificuldades no tratamento dos conteúdos da algoritmia. 

Com o tema seleccionado e com as dificuldades indicadas, tivemos que seleccionar a abordagem didáctica mais adequada sob os pontos de vista pedagógico e de aprendizagem. A decisão pelo método Top-Down justificou-se pelos resultados positivos verificados pela experiência de ambos os elementos do grupo e também pela sua utilização em vários livros escolares de Bases de Programação editados em Portugal. O público-alvo será obviamente alunos das turmas dos elementos do grupo, o que irá permitir a utilização da aplicação e consequente validação.

A descrição das tarefas e definição de objectivos mostrou-se a tarefa mais trabalhosa e difícil de concretizar. Isto porque foi bastante complicado descrever as tarefas a concretizar sem constatar o seu funcionamento a nível técnico na software ActivInspire. Certamente será fruto dos hábitos adquiridos na nossa área profissional que nos acostumaram a observar o funcionamento dos componentes e/ou aplicações directamente no local do problema. Desta forma, tivemos que elaborar algumas páginas na aplicação ActivInspire conjuntamente com a descrição das tarefas no Guião, sendo possível verificar o funcionamento das tarefas e visualizar a forma de tratamento das incorrecções existentes. Julgamos que este item terá forçosamente que ser ajustado ao longo da construção do recurso educativo.

Ao longo da descrição de tarefas, são descritos processos que neste momento não sei elaborar nas páginas do recurso educativo. Mesmo com alguma formação, entendo que será uma dificuldade que terá de ser resolvida. Prevejo que será uma tarefa bastante trabalhosa e demorada.

Será importante obter um feedback sobre o Guião do recurso educativo, para permitir colmatar as imperfeições que existem e assegurar a produção de um flipchart com competência pedagógica capaz de ser utilizado com sucesso junto dos alunos.

Bom ano de 2011!

António Ferreira

 




Quinta-feira, 2 de Dezembro de 2010
Primeira reflexão - LAE

 

1.       Levantamento dos RE-QI
                Ao usar pela primeira vez o Activinspire achei-o pouco intuitivo. Quando analisei o primeiro flipchart, questionei quanto tempo será necessário para criar um. Depois de trocar opiniões com os colegas de grupo e muitas pesquisas para avaliar flipchartes concluí o seguinte:
·         Encontrei poucos recursos na área de informática e os que analisei apresentavam pouco interesse;
·         Encontrei algumas ideias que considerei interessantes para criar flipchartes;
·         Muitos não tinham qualquer organização, nomeadamente:
ü Poucas informações para a utilização;
ü A sequência das páginas, nalguns trabalhos, não tinha qualquer sentido nos conteúdos;
ü Algumas páginas não despertaram qualquer interesse e outras nem sequer estavam acabadas.
 
2.       Análise dos Recursos-QI
Com esta reflexão debati-me com uma primeira dificuldade, como avaliar um flipchart. Optei por criar uma tabela e fiz a análise segundo quatro critérios:
ü Em termos lúdicos;
ü Indicações / informações.
ü Em termos pedagógicos;
ü Em termos de criatividade.
Optei por seguir esta ordem na avaliação uma vez que, para chamar a atenção dos alunos, considero o aspecto lúdicofundamental. De seguida, entendo que as orientações/informações são muito importantes em qualquer projecto do género. Depois tentei fazer uma análise segundo o interesse que o flichart tem termos pedagógicos. Numa das aulas percebi que este termo é muito abrangente. Na verdade, o que eu queria avaliar era se os conteúdos estavam articulados com as orientações curriculares. Por fim, tentei avaliar a criatividade. Percebi que estava perante outro termo muito abrangente e, no fundo, queria verificar se o flipchart era apelativo,apropriado, útil ou de valor para a tarefa ensinar. Inicialmente a análise aos recursos foi elaborada por mim e depois em grupo com os colegas.
3.       Síntese das dimensões/critérios
Na aula, dia 2 de Novembro, de acordo com o debate, percebi que tinha utilizado parâmetros muito abrangentes. Os vários critérios que foram definidos para cada parâmetro fazem, no meu entender, uma avaliação profunda a um flipchart. Ao analisar o quadro que foi elaborado e, perante as dificuldades iniciais que enfrentei na avaliação de recursos, referidas no ponto anterior, observo e reconheço progressos na classificação de um flipchart. Com os meus colegas de grupo tenho tido discussões e registos das descobertas feitas durante os encontros e as aulas.
4.       Familiaridade com o Q. I.

No que se refere à apreciação crítica das vertentes teórica e prática para a familiarização com os Q. I, quero referir que aprendi bastante. Não foi uma abordagem geral, mas considero que foi o suficiente para se começar a trabalhar com o Activinspire. Resolvi os exercícios propostos e fiz uma formação de 15 horas em Q. I.. Neste momento, julgo que adquiri as competências necessárias para uma boa utilização do software. Um agradecimento especial ao professor António Pedro pelas sessões e pela tecnologia que usamos.




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